Transtorno Neurológico Funcional tem explicação. Tem diagnóstico.
E tem tratamento.

Atendimento presencial no Rio de Janeiro
e online para todo o Brasil.

Dra. Adriana Fiszman

Psiquiatra com foco no tratamento do Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão)

CRM 52.54958-1

RQE 42585

Quem é a Dra.

Adriana Fiszman

“Sou a psiquiatra que eu gostaria de ter tido.”

Sou a Dra. Adriana Fiszman, médica psiquiatra formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com residência, mestrado e doutorado pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB).

Construí toda a minha carreira acadêmica dentro da Universidade. Em 2014, fundei o Ambulatório de Transtornos Neurológicos Funcionais do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, onde atuei por 15 anos. Essa trajetória me tornou uma das principais referências brasileiras no tratamento do Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão).

Mas minha história com a psiquiatria não é apenas acadêmica.

Algumas vivências pessoais moldaram a psiquiatra que sou hoje:
uma médica que valida o sofrimento do paciente, explica sem julgamentos, trata com rigor científico e não desiste da remissão.

Minha meta clínica é clara: alcançar a remissão completa dos sintomas, sempre que possível, por meio de investigação detalhada e tratamento individualizado.

Sou a psiquiatra que eu gostaria de ter tido.

O que é o Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão)?

O Transtorno Neurológico Funcional (TNF), também chamado de Transtorno de Conversão, manifesta-se por sintomas que parecem neurológicos, como tremores, fraqueza, crises que parecem epilépticas ou alterações da marcha, mas que não correspondem a doenças neurológicas estruturais.

Na avaliação, o neurologista identifica que, na história clínica e no exame neurológico, os sintomas são incompatíveis com doenças neurológicas conhecidas.

Segundo o DSM-5-TR, principal classificação psiquiátrica internacional, o Transtorno de Conversão é definido por:

Sintomas de alteração da função motora voluntária ou sensitiva/sensorial

Evidências clínicas de incompatibilidade com doenças neurológicas

Alguns exemplos de manifestações incluem:

Fraqueza ou paralisia

Movimentos anormais

(tremores, desequilíbrio, tiques, alterações da marcha)

Alterações da fala

Crises semelhantes à epilepsia

Perda ou alteração da sensibilidade

Apesar de não haver doença neurológica estrutural, os sintomas são reais, involuntários e vividos intensamente pelo paciente.

Estudos recentes indicam que entre 80 e 140 pessoas a cada 100 mil habitantes podem apresentar esse transtorno. Ele não é raro, apenas pouco reconhecido.

A boa notícia é:
há explicação, diagnóstico e tratamento.

Quem trata o Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão)?

O cuidado é multidisciplinar. Na prática:

Neurologista

Confirma o diagnóstico por meio da história clínica e do exame físico, identificando sinais positivos (como inconsistência e incongruência) e explica o quadro ao paciente.

Psiquiatra

Conduz o tratamento, realiza entrevista psiquiátrica completa, explica o diagnóstico de forma acessível e trata os transtornos psiquiátricos associados com psicofármacos.

Psicólogo

Atua em psicoterapia, em parceria com o psiquiatra.

Fisioterapeuta

Trabalha a reeducação dos movimentos quando indicado.

Um diagnóstico correto abre o caminho para um tratamento seguro, eficaz e coordenado.

Como é a minha consulta:

A consulta comigo começa por algo simples e fundamental: escuta.

Quero entender:

  • O que você sente
  • Quando começou
  • O que piora e o que melhora
  • Como isso impacta sua vida

Se você já chegou com diagnóstico de Transtorno Neurológico Funcional feito pelo neurologista, eu traduzo esse diagnóstico para uma linguagem clara, desfaço mitos e explico exatamente o que está acontecendo.

Depois, realizo uma entrevista psiquiátrica completa. Investigo pensamentos, emoções e padrões que nem sempre são fáceis de nomear. É nesse ponto que identifico o que realmente precisa ser tratado.

O tratamento é personalizado.

  • Sintoma por sintoma.
  • Pensamento por pensamento.
  • Sentimento por sentimento.

Não trabalho com protocolos genéricos.

Quando necessário, atuo em conjunto com outros profissionais, porque o Transtorno Neurológico Funcional não se trata sozinho.

Meu objetivo é claro: remissão completa dos sintomas, não apenas controle, mas devolver qualidade de vida.

Dúvidas frequentes:

Os sintomas funcionais são psiquiátricos?

Sim, os sintomas funcionais são psiquiátricos, embora se pareçam com os neurológicos.
Eles são reais e involuntários. Não são fingimento, imaginação ou fraqueza emocional.

Não. A gravidade está no impacto que os sintomas causam na vida da pessoa,
independentemente de não ser uma doença neurológica.

Sim. Com diagnóstico correto e acompanhamento adequado, muitos pacientes alcançam
remissão completa dos sintomas.

O diagnóstico é realizado pelo neurologista, por meio de uma avaliação clínica detalhada e
exame neurológico, identificando sinais positivos que mostram que os sintomas não
seguem o padrão das doenças neurológicas conhecidas.

Após o diagnóstico neurológico, o tratamento é conduzido pelo psiquiatra, que investiga e
trata os transtornos psiquiátricos associados aos sintomas funcionais. O acompanhamento
costuma ser multidisciplinar, envolvendo também psicoterapia e, quando necessário,
fisioterapia.

Sim. Atendo presencialmente no Rio de Janeiro e também realizo consultas online, de
acordo com a necessidade e o perfil de cada paciente.

As consultas são realizadas de forma particular. Após o atendimento, posso fornecer recibo
para solicitação de reembolso junto ao convênio, conforme as regras do seu plano de
saúde.

Se você recebeu o diagnóstico de Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão) e ainda tem dúvidas, ou se convive com sintomas sem explicação clara, você não está sozinho.

Entre em contato para conversarmos.

Se você é neurologista e fez o diagnóstico de Transtorno Neurológico Funcional (de Conversão) num paciente, 

Estou à disposição para conversarmos.

Atendimento presencial no Rio de Janeiro e online.